quarta-feira, 23 de março de 2011

Perseguição religiosa continua sendo maioria contra os cristãos


INTERNACIONAL - Segundo um relatório da organização católica Ajuda à Igreja que Sofre do Reino Unido, 75% da perseguição religiosa no mundo são contra os cristãos.

O resultado veio após um exame em 33 países no Oriente Médio, África e Ásia e a repressão pela fé nestes lugares. Além de crimes comentidos pela China, Irã, Coreia do Norte e Arábia Saudita, o relatório revelou também que países como a Venezuela, o Zimbábue e Israel também são acusados de perseguição religiosa.

A perseguição aos cristãos aumentou em 22 países entre os analisados, com o Egito, Iraque, Líbano, Nigéria e Paquistão entre os piores países para esta população viver. A estimativa é de que 100 milhões de cristãos estejam passando por perseguições.

"A proporção de países com uma piora histórica de violência anticristã e intimidação seria maior se não fosse pelo fato de que em muitos casos, a situação já era tão ruim que dificilmente poderia piorar, em primeiro lugar," afirma o relatório.

Além da perseguição de extremistas islâmicos, o relatório também destacou que os cristãos são perseguidos pelo aumento do nacionalismo em países como Birmânia, Índia e Sri Lanka. Há também a crescente ameaça do extremismo islâmico no Norte da África e partes da Ásia. Enquanto isso, alguns países comunistas e ateus estão suprimindo os direitos religiosos das minorias.

"Extremistas associam cada vez mais cristãos locais com países do Ocidente," explicou John Pontifex, porta-voz da organização Ajuda à Igreja que Sofre, a respeito. "Como na maioria dos casos eles são incapazes de atacar os países ocidentais diretamente, muitos extremistas transformar seu fogo contra os cristãos locais."

Esta semana, Ann Widdecombe, um político britânico conhecido, foi nomeado como enviado especial sobre liberdade religiosa para a caridade do auxílio à Igreja que Sofre.
O cardeal Reino Unido, Keith O"Brien, de Edimburgo recentemente descreveu a perseguição aos cristãos como "talvez o maior escândalo de direitos humanos da nossa geração."

Fonte: The Christian Post
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