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segunda-feira, 9 de junho de 2014

Religião, culpa e a cruz.

Estive refletindo sobre a base em que algumas religiões caminham e cheguei à algumas conclusões. Lembro de ter ouvido em uma conversa que determinada religião ensina às pessoas que acontecimentos ruins em nossa vida são porque estamos pagando por coisas que já fizemos, e se não pagarmos tudo isso, iremos voltar em outra vida pra continuar pagando aquilo, até esse ciclo ser completado. Fiquei com aquelas palavras alguns dias em mente e comecei a observar que em praticamente todas as religiões no mundo é ensinado a se pagar alguma coisa por erros cometidos, como uma forma de compensação e obtenção de perdão. Na religião há sempre uma penitência, exigindo do ser humano uma perfeição que não somos capazes de atingir em nossas limitações e deformidades, afinal, não somos 'infalháveis'. Na bíblia, que é a fonte de toda verdade e entendimento, onde Deus expressa o que Ele é e como as coisas devem ser dentro da Sua vontade e soberania, está escrito que ao homem está determinado nascer e morrer uma só vez (Hb 9.27), o que anula o conceito de reencarnação. Já em relação à culpa e a ter de pagar por erros cometidos, veremos que esse problema fora resolvido na cruz, e a partir do momento em que aceitamos Jesus como nosso Senhor e Salvador de nossas vidas, recebemos em nós o perdão dos pecados, a vida e liberdade por intermédio da cruz ("porque, por meio de um único sacrifício, ele aperfeiçoou para sempre os q estão sendo santificados." e "onde esses pecados foram perdoados, não há mais necessidade de sacrifício por eles." Hb 10. 14 e 18). Portanto, nada do que você fizer para parecer melhor diante de Deus ou para se livrar da culpa dos seus erros tem poder pra te salvar, senão o sacrifício perfeito de Jesus na cruz. Ao contrário da religião, Deus não nos rejeita quando erramos. Ele conhece melhor que ninguém a essência pecaminosa da natureza humana, e por isso o seu filho Jesus veio ao mundo para realizar a obra redentora que nos salvaria da condição de perdição; e hoje temos o perdão através da confissão de nossos pecados (1 Jo 1.9), em um ato de reconhecimento de nossa incapacidade de lidar com eles por nossa força própria. Religião aprisiona, mas Deus em seu grande amor por nós, por intermédio de Jesus Cristo nos libertou, e tudo que você precisa fazer para viver livre é aceitar o sacrifício dele em sua vida. Se você deseja receber essa liberdade, faça essa oração: "Jesus, eu te recebo como Senhor e Salvador da minha vida. Perdoa os meus pecados, livra-me das minhas culpas e guia os meus passos. Preciso e quero te conhecer, receber o seu amor e ser transformado. Amém." Que a graça de Jesus Cristo seja revelada hoje na sua vida!

quarta-feira, 14 de março de 2012

Ser ou não ser, eis o cristão


Por Geraldo L. Spagno Guimarães


Ser cristão é uma realidade de tudo o que há de melhor em ser.

O cristão é capaz. Ele tem a capacidade de sofrer a dor que não está em si. É capaz de alegrar-se no espírito, mesmo estando triste na alma.

O cristão é forte quando encara intrépido sua pequenez evidente e sua fraqueza palpável.

O cristão não segue seu rumo; é seguidor de Cristo, e é semelhante a Ele quando ama seu semelhante.

O cristão existe, e para o cristão, existir é lutar sem dar golpes nas pessoas, é beijar e abraçar amando e acolhendo, sem pensar em sensações.

É passar por experiências sem se deixar dominar por nenhuma delas ou por coisa alguma, a não ser pelo ágape que deve compor sua essência e orientar seus vínculos.

Para o cristão, só há existir em Cristo.

Não ser cristão é querer ser escolhendo desobedecer.
Não ser cristão também é ser, mas negando a origem de todo ser, inclusive a própria.
Não ser cristão é barganhar com Deus para "ganhar" dos homens ou com eles.
Não ser cristão é crer na casualidade e negar a razão.
Não ser cristão é também crer que a paz nunca se alcança.
Não ser cristão é desacreditar em alianças ou na existência de amor não fingido.

Para o cristão, existir é a arte de dar ganhando e de vencer perdendo, ou seja, de morrer vivendo.

Para o não-cristão, o inimigo a ser vencido é justamente esse não que o antecede, para depois não ser vencido pela morte.

Ser ou não ser cristão. Essa é a questão, de vida ou de morte, da efêmera existência humana.



Fonte: www.projetoadoradores.org.br

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Príncipe herdeiro do Kuwait abandona o Islã e confessa a sua fé em Jesus Cristo


O Kuwait é um país do Oriente Médio, vizinhos do Iraque, Arábia Saudita e Irã. Sua capital também se chama Kuwait. Na década de 1990, foi invadido pelo Iraque e defendido pelos Estados unidos, dando origem a Primeira Guerra do Iraque. O Islamismo é a religião oficial e predominante no país. Estima-se que apenas 4% da população é cristã. O Artigo 2 da Constituição do Kuwait, diz: “O Islã é a religião oficial no país e a Sharia é a principal fonte da legislação”.

De acordo com a agência de notícias cristãs Mohabat, um árabe cristão chamado Al-haqiqa, que transmite programas de televisão via satélite mostrou no ar um arquivo de áudio atribuído ao príncipe Abdollah Al-Sabah. Esse príncipe seria membro da família real do Kuwait que governa o país.

“Em primeiro lugar, eu concordo totalmente com a distribuição desse arquivo de áudio e declaro que, se eles me matarem, por causa disso vou entrar na presença de Jesus Cristo e estar com ele por toda a eternidade. Estou satisfeito, porque a verdade na Bíblia me levou para o caminho certo ” , diz a voz atribuída ao Príncipe Abdollah.

Durante o programa, foi dito que o príncipe renunciou à sua fé muçulmana e se converteu ao cristianismo.

Falando sobre o grupo islâmico que recentemente tomou o poder no Egito, o príncipe do Kuwait declarou que “as muitas comunidades islâmicas sempre quiseram dominar diferentes partes do mundo, mas Deus tem preservado o mundo e ainda o protege. É por isso que temos visto as discrepâncias que aparecem entre os grupos islâmicos que agora estão lutando entre si”.

As declarações do príncipe foram manchetes brevemente em canais de TV a cabo de notícias árabes e também na agência de notícias do governo iraniano. Mas alguns sites xiitas contradizem as declarações atribuídas a Abdollah Al-Sabah dizendo que não há “ninguém na família real do Kuwait com esse nome”.

Fonte: Gospel Prime
Traduzido e adaptado de Notícias Cristianas

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Cerca de 30 mil cristãos são mantidos em trabalho escravo na Coréia do Norte


“Cerca de 40 mil cristãos subterrâneos continuam a viver em sua fé, na Coreia do Norte, incluindo aqueles que, por causa da fé, foram enviados ao campo de trabalho forçado”, revelou o ministro sul-coreano Lim Chang-ho, em entrevista ao Daily. “Devido ao elevado nível de repressão contra os cristãos, eles se preservam da única forma que conseguem, como se casando entre si.”

Na Coreia do Norte, as pessoas estão organizadas em 51 classes. As três primeiras são baseadas na lealdade à família do presidente norte-coreano e ao culto do ditador, como se fossem ‘deuses’. Obviamente qualquer pessoa que professe uma religião ou estiver portando material religioso é classificada como “hostil” e efetivamente banida da vida pública do país.

Os relatos dos que conseguem escapar do regime são de que os cristãos são submetidos a péssimos tratamentos. “O cristianismo está presente no país graças à atitude e coragem dos cristãos daqui. Quando os vizinhos veem como se comporta um cristão, querem imitá-lo. Mas não existe confirmação de conversão, nem sequer uma.”

Segundo os últimos dados disponibilizados, existem cerca de 30 mil cristãos sendo mantidos em campos de trabalho forçado, aonde são enviados todos os que professam a fé cristã, vivendo sob condições terríveis.

Fonte: Asia News

Via: portasabertas.org.br