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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Protesto na Indonésia reúne centenas de cristãos pedindo por justiça após fechamento de templos no país


Na Indonésia, centenas de cristãos se reuniram para protestar contra a perseguição religiosa e pedir justiça no país. O evento, realizado no dia 15 de abril, foi organizado pela Igreja Yasmin, Igreja Filadélfia HKBP, por ativistas de direitos humanos, além de parlamentares. Uma das principais reivindicações foi a aplicação da lei que garante a liberdade religiosa. Os manifestantes se reuniram em Jakarta, em frente ao Palácio Presidencial, posicionando-se contra a atuação das autoridades que comandaram o fechamento de templos cristãos em algumas regiões. Segundo os manifestantes, grupos radicais islâmicos estariam envolvidos na repressão aos cristãos, já que possuem influência para manipular as leis a favor dos muçulmanos. ONGs e outras entidades defensoras dos direitos humanos se juntaram ao protesto afirmando que a deterioração da liberdade religiosa tem sido crescente. O Conselho Mundial de Igrejas também manifestou seu apoio à causa, através do presidente da instituição, reverendo Sae Nabadan. Mas, mesmo com o protesto, até o momento o Presidente da Indonésia, Ydhoyono, não se posicionou em relação à situação. Alguns ativistas afirmam, inclusive, que o governante estaria protelando tomar alguma medida, já que não quer se posicionar contra os islâmicos, que representam a maioria dos votos e apoio político. A situação tem se agravado tanto que, mesmo com a garantia constitucional de liberdade religiosa, igrejas foram impedidas de usar seus templos e de orar em público. Fonte: Gospel+

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Após ser preso e espancado evangelista é liberto no Sudão


O evangelista James Kat, da Igreja Evangélica do Sudão, foi preso na terça-feira (17 de janeiro) pela manhã por policiais. Ele foi espancado enquanto estava sendo levado para a delegacia de polícia da Divisão Norte, disseram as fontes. Ele foi libertado no mesmo dia.

A polícia prendeu James, que mora dentro da propriedade da igreja, porque aparentemente ele estava usando o edifício da igreja como sua moradia. “Eles forçaram ele a ir para a delegacia”, disse uma testemunha.

A prisão aconteceu em meio a crescente perseguição que os cristãos tem sofrido dentro do país por parte das autoridades sudanesas desde que o país se dividiu em julho do ano passado.

Em uma cara para os líderes da Igreja Evangélica Presbiteriana do Sudão (SPEC), as autoridades ameaçaram prender os pastores que realizassem atividades evangelísticas e que não fornecessem as informações sobre os membros de suas igrejas.

Outro líder de igreja foi preso na segunda-feira passada (16 de janeiro) quando a polícia tentou ocupar a força a propriedade da SPEC, que o tribunal concedeu o direito injustamente de os muçulmanos ocuparem o lugar, segundo informações de cristãos.

As autoridades do país estão apoiando pessoas como o empresário muçulmano Osman al Tayeb, que está liderando a ação para possuir a propriedade da igreja. “O governo está tentando se envolver nos assuntos da igreja, apoiando pessoas que são extremistas religiosos”, disse um líder da igreja.

A violência contra os cristãos tem crescido assustadoramente no Sudão. Ore pelos cristãos que vivem em Cartum, e principalmente pelo pastor que foi preso na semana passada. Ore para que o Senhor dê ânimo para que eles continuem a caminhada que Deus preparou para eles.


Fonte: Compass Direct

Tradução: Lucas Gregório


Via: portasabertas.org.br

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Cristãos da Coreia do Norte temem por maior sofrimento após a morte do ditador Kim Jong-il


O cristãos que estão na Coréia do Norte estão apreensivos após a morte do ditador Kim Jong-il, pois não sabem qual vai ser a atitude do provável sucessor o seu filho Kim Jong ul. Os cristão e o mundo estão preocupados. O presidente do Portas Abertas faz um apelo ao mundo que orem pelos cristãos da Coréia do Norte, devido a tenção pós morte do ditador e o fato de que o país é o que mais perseguem cristãos no mundo.

Kim Jong-il, o líder da Coréia do Norte, morreu na noite de domingo. Agências de notícias norte-coreana informou que Kim Jong-il morreu de fadiga “excesso de trabalho para servir o povo da Coréia do Norte.” Ele tinha 69 anos.

Por causa de possíveis ramificações da sua morte para os norte-coreanos e todo o mundo, a Portas Abertas está pedindo orações para o país e os cristãos que sofrem, que vivem lá.

“Hoje é um dia importante na história norte-coreano”, diz Portas Abertas nos EUA o presidente e CEO Dr. Carl Moeller. “Embora este ditador brutal, que foi responsável por tantas atrocidades, morreu, o futuro é ainda desconhecido. Alguns especulam que seu filho Kim Jong-Un(foto) será tão cruel para todos os dissidentes. Outros sugerem que ele pode ser mais branda. Nós simplesmente não sabemos o futuro da Coréia do Norte, mas Deus sabe.

“É por isso que é vital que os cristãos ao redor do mundo orem por Coréia do Norte durante este tempo de transição. Ore especialmente para os cristãos corajosos dentro Coréia do Norte. Eles temem que eles possam enfrentar o sofrimento ainda mais. Há uma estimativa de 50.000 a 70.000 cristãos sendo mantidos em campos de prisão norte-coreana onde enfrentam o tratamento ainda mais terrível do que outros prisioneiros. As pessoas estão morrendo de fome. O povo da Coréia do Norte está vivendo um pesadelo que nunca termina. “

Nos últimos nove anos, a Coréia do Norte realizou o primeiro lugar na Open Doors Watch List Mundial.A lista classifica as 50 principais países que são os piores perseguidores dos cristãos. De 2012 Watch List do Mundo será lançado em 04 de janeiro com a Coreia do Norte deverá manter o primeiro lugar.

Na Coréia do Norte, qualquer forma de adoração a qualquer outra pessoa do que o “Grande Líder” (Kim il-Sung) e “Líder Supremo” (Kim Jong-il) é visto como traição. Cristãos norte-coreanos são frequentemente detidos, torturados ou até mortos por sua fé em Jesus Cristo.

A preocupação é grande com o futuro da Coréia do Norte pelos líderes mundiais.

Fonte: O Diário

quarta-feira, 23 de março de 2011

Perseguição religiosa continua sendo maioria contra os cristãos


INTERNACIONAL - Segundo um relatório da organização católica Ajuda à Igreja que Sofre do Reino Unido, 75% da perseguição religiosa no mundo são contra os cristãos.

O resultado veio após um exame em 33 países no Oriente Médio, África e Ásia e a repressão pela fé nestes lugares. Além de crimes comentidos pela China, Irã, Coreia do Norte e Arábia Saudita, o relatório revelou também que países como a Venezuela, o Zimbábue e Israel também são acusados de perseguição religiosa.

A perseguição aos cristãos aumentou em 22 países entre os analisados, com o Egito, Iraque, Líbano, Nigéria e Paquistão entre os piores países para esta população viver. A estimativa é de que 100 milhões de cristãos estejam passando por perseguições.

"A proporção de países com uma piora histórica de violência anticristã e intimidação seria maior se não fosse pelo fato de que em muitos casos, a situação já era tão ruim que dificilmente poderia piorar, em primeiro lugar," afirma o relatório.

Além da perseguição de extremistas islâmicos, o relatório também destacou que os cristãos são perseguidos pelo aumento do nacionalismo em países como Birmânia, Índia e Sri Lanka. Há também a crescente ameaça do extremismo islâmico no Norte da África e partes da Ásia. Enquanto isso, alguns países comunistas e ateus estão suprimindo os direitos religiosos das minorias.

"Extremistas associam cada vez mais cristãos locais com países do Ocidente," explicou John Pontifex, porta-voz da organização Ajuda à Igreja que Sofre, a respeito. "Como na maioria dos casos eles são incapazes de atacar os países ocidentais diretamente, muitos extremistas transformar seu fogo contra os cristãos locais."

Esta semana, Ann Widdecombe, um político britânico conhecido, foi nomeado como enviado especial sobre liberdade religiosa para a caridade do auxílio à Igreja que Sofre.
O cardeal Reino Unido, Keith O"Brien, de Edimburgo recentemente descreveu a perseguição aos cristãos como "talvez o maior escândalo de direitos humanos da nossa geração."

Fonte: The Christian Post

domingo, 9 de janeiro de 2011

Classificação de países por perseguição 2011


INTERNACIONAL - A Portas Abertas trabalha com os países mais opressivos aos cristãos do mundo, fortalecendo-os a permanecerem fortes ante a perseguição e equipando-os a resplandecer a luz de Cristo nesses locais escuros.

O maior desafio para os cristãos que vivem em tirania e opressão é o isolamento – da Palavra de Deus e do Corpo de Cristo. Em lugares onde outras organizações cristãs não podem entrar ou foram obrigadas a fugir dos governos ou culturas opressivas, a Portas Abertas pode ser frequentemente encontrada fornecendo Bíblias, formando líderes cristãos, aperfeiçoando as comunidades cristãs e garantindo oração, presença e apoio para estes cristãos sofredores.

Quando estes cristãos são fortalecidos no Senhor, começam a demonstrar o perdão de Deus e alcançam em amor até seus opressores.

Sobre a Classificação

A Classificação de países por perseguição (WWL, sigla em inglês) é uma lista de 50 países onde a perseguição de cristãos por motivos religiosos é pior. Em primeiro lugar, a lista engloba a perseguição aos cristãos de todas as denominações, em todo o país. O foco está nas perseguições por causa da fé, e não política, econômica, social, étnica ou por razões inesperadas.

OS DEZ MAIS

1. Coreia do Norte

A situação na Coreia do Norte permanece terrível. Durante o último ano, mudanças gerais no país afetaram toda a população, inclusive os cristãos. Devido à mudanças na moeda nacional, duas em cada dez pessoas perderam suas casas. Além da crise econômica, a Corei do Norte também sofreu catástrofes naturais.

Dezenas de norte-coreanos morreram em enchentes e deslizamentos de terra causados por um furacão. Então, a situação para os cristãos piorou muito. O país está sob o encantamento da ideologia “juche” e a adoração ao “Grande líder”. Como resultado, de acordo com o governo, os cristãos não têm nem o direito de existir.

Apesar da perseguição, o cristianismo está crescendo lentamente. Em 2010, centenas de cristãos foram presos por diversos motivos. Alguns foram mortos e outros condenados a viver em campos de concentração. Por exemplo, uma igreja doméstica na província de Pyungsung foi descoberta pelas autoridades em maio, e três cristãos foram condenados à morte por causa da reunião. Os outros 20 foram condenados a campos de trabalhos forçados.

Na política também estão ocorrendo mudanças. Em setembro, Kim Jong-Eun, o terceiro filho de Kim Jong Il, foi oficialmente indicado ao cargo de general e promovido a segundo homem no comando da Comissão Militar central. Isso confirma a intenção do presente regime de fazer de Kim Jong Eun o sucessor hereditário. Será que a situação mudará para os cristãos quando ele se tornar o novo líder? Muitos norte-coreanos não acreditam nisso, mas só Deus conhece todas as coisas.

2. Irã

Durante o período em que foi feito o relatório, os cristãos continuaram a ser presos, principalmente em dezembro de 2009 e outros três meses de 2010. Muitos cultos ainda são monitorados pela polícia secreta.

Os cristãos que são ativos nas igrejas e células estão sendo pressionados. Eles são interrogados, presos e agredidos. Outros são oprimidos pela sociedade. Aconteceram diversas manifestações contra o governo iraniano, que está em crise com tantos protestos vindos de seus cidadãos.

Em uma tentativa de desviar a atenção desses problemas, o regime está atacando violentamente os cristãos. No total, centenas de cristãos foram presos, e depois soltos sob fiança. No entanto, eles ainda são monitorados pelas autoridades e podem ter que comparecer a audiências. Há também um risco das repercussões entre os extremistas muçulmanos, afetando principalmente os cristãos que evangelizam entre os muçulmanos.

A violência também pode vir da própria família. Um ex-muçulmano faleceu em consequência dos ferimentos sofridos em uma agressão cometida por um familiar. Enquanto isso, a igreja indígena continua a crescer, somando pelo menos 450.000 cristãos (indígenas e assírios/armênios), mas há uma grande necessidade de Bíblias. Infelizmente, durante o primeiro semestre de 2010, centenas de Bíblias foram confiscadas e queimadas pelas forças de segurança.

O islamismo é a religião oficial do Irã, e todas as leis e regulamentações devem estar de acordo com a interpretação oficial da lei sharia. Apesar de os cristãos armênios e assírios serem reconhecidos como cristãos, supostamente com liberdade religiosa, eles relataram diversas ocorrências de prisões, agressões e discriminação por causa de sua fé.

Essas comunidades podem ensinar seus moradores em sua própria língua, mas é proibido ministrar para ex-muçulmanos (que falam persa). Segundo a interpretação da lei sharia, qualquer muçulmano que deixar o Islã e abraçar outra religião deve ser morto.

3. Afeganistão

A situação no Afeganistão piorou durante o último ano. O governo intensificou a perseguição a ex-muçulmanos. O país tem uma população de mais de 28 milhões de pessoas, entre elas, poucos cristãos. Os cristãos afegãos não são aceitos na sociedade predominantemente muçulmana, e a legislação não é clara sobre quais são os direitos religiosos dos cristãos.

Durante 2010, houve muitos exemplos de intimidações e ameaças contra cristãos. Em maio e junho, a rede de televisão afegã Noorin exibiu diversas vezes imagens de ex-muçulmanos que estavam sendo batizados. Organizações de ajuda humanitária também foram acusadas de evangelismo.

Como respostas às transmissões, uma autoridade pediu a execução de todos aqueles novos cristãos, o que gerou muitos protestos nas ruas Cabul e outras cidades afegãs. Centenas de manifestantes ameaçavam e exigiam a expulsão de organizações cristãs do país. Dezenas de cristãos se esconderam ou deixaram o país.

Os cristãos afegãos continuam a sofrer perseguição e violência de membros de suas famílias. E em uma situação sem precedentes no país, teve início um debate público sobre se será permitido ou não que os afegãos se tornem cristãos e tenham direitos legais.

4. Arábia Saudita

O país teve sua posição alterada na Classificação de países por perseguição, de 3º para 4º lugar. A razão para essa pequena mudança é o aumento considerável da perseguição no Afeganistão. No entanto, recebemos diversas notícias de cristãos que foram agredidos fisicamente por causa de sua fé, o que não aconteceu no ano de 2009.

Cristãos foram presos e muitos fugiram do país por causa da perseguição. Existem alguns ex-muçulmanos que praticam sua fé secretamente. A liberdade religiosa não existe nesse país onde os cidadãos só podem seguir uma religião. Não há nenhuma segurança disponível para moradores não muçulmanos.

O sistema legal é baseado na lei islâmica (sharia). A apostasia (conversão a outra religião) é punível com sentença de morte se o acusado não se arrepender. Apesar de o governo reconhecer o direito de não muçulmanos cultuarem em particular, a polícia religiosa “muttawa” não respeita esse direito.

A prática religiosa pública também é proibida na Arábia Saudita. Quem se arrisca pode ser preso, agredido, deportado e, algumas vezes, torturado.

5. Somália

A situação para os cristãos na Somália piorou durante o último ano. A mídia transmitiu uma imagem negativa, e oito cristãos foram martirizados e muitos fugiram do país.

A república da Somália está em guerra civil desde 1991, e pode ser dividida em alguns estados que se auto declararam independentes – Somalilândia, Puntlândia e Sul da Somália, com a capital Mogadishu.

Enquanto a Somalilândia e a Puntlândia são estáveis, mas não o Sul da Somália, pois o grupo al-Shabaab controla 90% da região e tem como objetivo exterminar o cristianismo de todo o país.

6. Maldivas

A situação nas Maldivas não mudou drasticamente desde o relatório anterior. No arquipélago das Maldivas, o islã é a religião oficial do Estado e todos os cidadãos devem ser muçulmanos.

A perseguição dos cristãos nas Maldivas é sistemática:
• A legislação proíbe a prática de qualquer religião exceto islã;
• O governo se assume como o protetor e defensor do islã;
• Igrejas cristãs são proibidas;
• A importação de materiais cristãos é proibida;
• A discriminação dos não muçulmanos é total;
• O controle social é enorme,
• A média maldivana concorda com a proibição de qualquer religião que não sejam o islamismo.

No país menos evangelizado do mundo há apenas alguns indígenas cristãos que praticam a sua fé individualmente e em situação de extremo segredo por medo de serem descobertos. Nenhum convertido foi morto por apostasia nas Maldivas. Há relatórios de estrangeiros cristãos que foram detidos e deportados do país após materiais cristãos serem encontrados em sua bagagem.


7. Iêmen

Iêmen mantém a sétima posição e a situação da liberdade religiosa de cristãos não melhorou. Cristãos foram mortos pela sua fé e muitos foram expatriados. Eles haviam permanecido no país durante muitos anos e foram deportados sem qualquer motivo.

A Constituição Iemenita declara que o islã é a religião oficial e que sharia é a fonte de toda a legislação. Enquanto expatriados não evangelizam, o governo iemenita não intervém quando eles viver a sua fé, porém não são admitidos como cidadãos do Iêmen convertidos ao cristianismo (ou outras religiões).

Convertidos do islã podem enfrentar a pena de morte caso a sua nova fé seja descoberta. Eles também encontram oposição de grupos extremistas, que ameaçam de morte os apóstatas que não voltarem para o islã. Proselitismo [conversão] de muçulmanos é proibido.

Calcula-se que existam por volta de mil cristãos em todo o país. A maior parte deles é estrangeira (ocidentais, do sul e leste asiáticos, árabes) ou refugiada (principalmente etíopes). Existem alguns convertidos do islã. Em Aden há algumas igrejas, porém no norte do país é proibido qualquer edifício de igreja.

8. Iraque

O Iraque é uma das maiores mudanças neste ano na Classificação, passando de 17º a 8º. A mudança foi causada pelo elevado número de incidentes violentos contra os cristãos, com numerosos feridos e mortos. Adicionalmente, mais informações foram recebidas com relação ao número de cristãos sequestrados e o número de católicos feridos em ataques anticristãos específicos.

Os atentados a algumas igrejas cristãs em dezembro de 2009 ocasionou a fuga de metade da população cristã para Mosul. Os ataques contra cristãos aumentaram durante as eleições parlamentares; a violência começou pouco antes da hora prevista das eleições de janeiro de 2010 e durou todo o período eleitoral, no início de março.

Os dois principais atos de violência contra cristãos em 2010 foram o atentado à bomba num ônibus de estudantes cristãos em maio e o ataque terrorista a Igreja católica Síria em Bagdá no final de outubro. No primeiro incidente, três estudantes cristãos foram mortos e 180 feridos, muitos ficaram com cicatrizes ou inválidos.

No segundo, que também foi chamado “o mais mortífero ataque contra cristãos uma vez que os extremistas islâmicos começaram a marcá-los em 2003,” 58 cristãos morreram e 60 ficaram feridos. Pelo menos 90 os cristãos foram mortos, incluindo vários outros assassinatos seletivos de cristãos em Mosul, Bagdá e Kirkuk.

Cerca de 334.000 cristãos tem deixado no Iraque, menos da metade do número de 1991. A maioria dos cristãos são tradicionalmente de denominações assírias, caldeus, católicos, e armênios, e há milhares de evangélicos. Desde a queda de Saddam Hussein, a situação se deteriorou consideravelmente. A violência contra os cristãos é motivada por motivos religiosos, políticos, financeiros e sociais.

Os cristãos sofrem com a atmosfera anti-ocidental no país e são vistos como colaboradores com ocidentais. A influência ocidental está diminuindo enquanto as forças são evacuadas, e assim os extremistas tem a oportunidade de aterrorizar e expulsar os cristãos do país. A violência afetou centenas de milhares de iraquianos, tanto muçulmanos e cristãos, para deixar o país, e muitos se deslocam do interior do Iraque, especialmente para o Curdistão.

9. Uzbequistão

O Uzbequistão está mais uma vez entre os 10 primeiros. A pressão sobre os cristãos aumentaram. No passado, foram dadas multas como uma penalidade por violão da lei religiosa, mas agora prisões de curto prazo (3-15 dias) são dadas mais frequentemente como punição. Em cada cidade uzbeque existe uma pressão mais forte do que no passado.

Quase nenhuma nova licença de culto para igrejas foram emitidos; em vez disso muitas igrejas perderam seu registro e alguns até os edifícios. Frequentemente cristãos protestantes são vistos como uma influência desestabilizadora na sociedade. Eles vivenciam pressões de vários lados.

O governo multa e os prende; a sociedade faz com que percam o emprego e saiam do mercado; o clero islâmico e os familiares pressionam com agressões físicas, rejeições, humilhações e até expulsão de casa.

As leis sobre religião são rigorosas e o proselitismo é proibido. Regularmente, existe uma exposição negativa na televisão dos cristãos. Uma hostil disposição das autoridades locais e funcionários do tribunal são fatores que agravam a situação dos cristãos do país.

10. Laos

Laos é o outro único país de governo comunista na Classificação dos 10 primeiros (junto com a Coreia do Norte). Apesar das muitas expectativas, a situação no Laos não melhorou muito desde o relatório anterior. A Igreja é relativamente pequena, mas cresce (cerca de 200.000 cristãos, principalmente pertencentes às minorias étnicas).

Não houve melhora na liberdade religiosa no período de informação [para formação da Classificação]. A perseguição em Laos inclui algumas restrições na legislação. O governo tem uma posição muito negativa e restritiva para os cristãos, e todos estão sob rigorosa vigilância porque são considerados agentes dos Estados Unidos que procuram trazer mudanças políticas no sentido da democracia no país.

A igreja não pode operar livremente e as ações na sociedade são limitadas. Os cristãos são limitadas no seu papel familiar e na vila. Cristãos que se convertem e renunciam o culto a espíritos malignos, enfrentam grandes pressões da sociedade.

De vez em quando cristãos são presos, e muitos deles tem experiência de extrema pressão física e emocional (torturas) para que renunciem sua fé. No período de informação pelo menos 25 cristãos foram mortos; pelo menos mais 20 foram presos e detidos sem julgamento.

Os cristãos são fisicamente molestados numa base regular e várias igrejas foram destruídas ou danificadas. Milhares de refugiados [cristãos] estão vivendo Hmong, na Tailândia. Apesar do elevado nível de perseguição em Laos, existem muitas atividades e a Igreja não registrada parece crescer.

OS 50 MAIS
Acesse o Link abaixo e veja os 50 países do mundo onde o Cristianismo é mais perseguido:
http://www.portasabertas.org.br/imagens/wwl_2011_site.jpg

Tradução: Missão Portas Abertas
Fonte: Missão Portas Abertas