quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Diretor de prisão mantem tv ligada em canal evangélico 24 horas por dia: “no máximo podem tirar som e brilho na hora de dormir”


Uma das principais denominações evangélicas de Belo Horizonte (MG), a Igreja Batista da Lagoinha, bancou a instalação de TVs LCD de 32 polegadas em todas as celas de uma prisão da cidade.

Os aparelhos ficam praticamente o tempo todo sintonizados na emissora da igreja, a Rede Super.

Os presos do Ceresp (Centro de Remanejamento do Sistema Prisional) São Cristóvão não têm a opção de desligar a TV -no máximo podem tirar som e brilho na hora de dormir- e o controle de canais é feito na sala do diretor, Luís Fernando de Sousa, membro da igreja.

Em funcionamento desde 3 de outubro, o sistema é considerado um sucesso pelo governo mineiro, que o está levando para outras unidades.

Segundo Sousa, as TVs levam tranquilidade às dez celas do local e deixam os detentos “amparados espiritualmente”. Ele disse que a igreja propôs a instalação.

“Você chega na cela e está todo mundo quietinho, de olho na TV. Mudam a forma de conversar, falam “bom dia, senhor diretor, tudo bem?” É gratificante.”

O diretor contou que a Rede Super fica no ar “24 horas, praticamente”. A preferência, disse, não foi imposição da igreja, mas escolha “natural”, já que a Rede Super não tem “pornografia nem apologia ao crime”. O canal exibe os cultos da igreja.

Ele disse que abre espaço para as emissoras católicas Rede Vida e Canção Nova e, recentemente, para a TV Justiça e para um canal educativo. Um preso disse à Folha, porém, que são raros os momentos sem a Rede Super.

Sousa descartou exibir outros canais por terem “muita droga e crime” e passarem programação “não salutar”.

Outro argumento é que o Ceresp é um centro de triagem e os presos costumam ficar lá só cerca de uma semana. “É o tempo que tenho para plantar a semente”, disse.

Sousa guarda em sua sala uma coleção de DVDs que exibe para os presos, por passarem “mensagem boa”.

São filmes bíblicos na maioria, mas também sobre vida animal e sucessos como “À Espera de Um Milagre”, que se passa em uma prisão e emocionou os detentos, de acordo com Sousa. “O cara está preso e vou passar “Fuga de Alcatraz’?”

MULHER NUA E GUGU

O diretor disse que só tem ouvido elogios, mas, ao visitar o local, a Folha viu que o projeto não é unanimidade. O preso Marcelo Corrêa disse sentir falta de poder mudar de canal: “Queria ver o que acontece no mundo”.

O Ceresp abriga presos célebres, como Sérgio Sales (primo do goleiro Bruno), Thales Maioline (chamado de “o “Madoff mineiro”) e membros da torcida organizada Galoucura, do Atlético-MG, suspeitos de matar um torcedor do Cruzeiro.

Roberto Augusto Pereira, o Bocão, presidente da Galoucura, disse sentir falta de assistir a notícias e jogos de futebol. “Mas já adianta para passar o tempo”, afirmou.

Entre os satisfeitos com a programação evangélica está Denison Balbino, preso sob suspeita de tráfico de drogas, que disse ter se reencontrado com a religião graças à TV.

“A religião é um fator de refreio social. A gente aprende isso em sociologia”, afirmou o diretor Sousa.

Ele rechaça ceder aos apelos de liberar a programação. “Eles não têm instrução, não estão preparados para escolher o que é bom, vão querer ver programa com mulher nua e o do Gugu”, afirmou.

Sousa disse não acreditar que restringe a liberdade dos presos e que faz o mesmo que prisões que obrigam os detentos a trabalhar ou estudar.

O subsecretário de Administração Prisional de Minas, Genilson Zeferino, disse que a parceria com a igreja é “fantástica” e que as TVs são uma “peça fundamental na humanização” dos presos.

O juiz Márcio Fraga, do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), disse considerar “imprópria e absurda” a medida. Apesar de afirmar que as TVs podem tranquilizar os presos, ele lembrou que o Estado brasileiro é laico.

Fonte: Folha / Gospel+

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Jesus Culture - You Won't Relent - Kim Walker & Chris Quilala

Mercado gospel chega a industria dos games


Com melhora no desempenho financeiro, sequência de lançamentos e estratégia de marketing agressiva, uma empresa americana do Estado de Washington dá fôlego à indústria de jogos eletrônicos cristãos.

Surgida em 2002, a Left Behind Games deverá ter o primeiro trimestre com lucro de sua história. Troy Lyndon, um desenvolvedor que largou a carreira para virar missionário antes de fundar a companhia, disse que a Left Behind já arrecadou US$ 500 mil no atual período fiscal.

Parece pouco quando comparado a grandes produtoras, mas esse é um segmento minúsculo. Segundo a ACE (Associação de Entretenimento Cristão, em inglês), os jogos cristãos correspondem a menos de 1% de todo o mercado de games, com vendas que geram entre US$ 50 milhões e US$ 100 milhões.

Além disso, abocanhar fiéis por meio de games nunca foi negócio rentável. Desde os anos 80, há títulos tentando fazer isso, mas a qualidade duvidosa deles sempre foi motivo de restrições entre fãs e crítica especializada.

A Left Behind conseguiu se firmar como a principal empresa do setor por meio de uma série que leva o mesmo nome da empresa. O terceiro título, Rise of the AntiChrist (ascensão do anticristo), chegou às lojas em outubro. Assim como seus antecessores, Rise of the AntiChrist é um jogo de estratégia que parece um coquetel religioso de Grand Theft Auto e The Sims.

Por supostamente incitar a intolerância religiosa, a Left Behind coleciona críticas –o que ajudou a promover seus produtos.
Junto com os games, a companhia desenvolveu uma estratégia de marketing agressiva. Nos últimos dois anos, ela distribuiu 50 mil unidades de alguns de seus títulos para uma rede de pastores. Os alvos, segundo a Left Behind, são mais de 300 mil igrejas cristãs do país –inimigas tradicionais da indústria secular de games.

Em 2011, a companhia terá alguns de seus títulos à venda nas lojas do Walmart –um dos maiores varejistas dos EUA. Na internet, os jogos da Left Behind aparecem em sites como o da Best Buy.

Fonte: Folha Online / Gospel+
Via: Guiame

MEC irá distribuir Kit Gay para crianças de 7 a 10 anos com cenas de homossexualismo adolescente


Kit Gay para alunos conterá um DVD com uma história aonde um menino vai ao banheiro e quando entra um colega, se diz apaixonado pelo mesmo e assume sua homossexualidade

Ele ainda nem foi lançado oficialmente. Mas um conjunto de material didático destinado a combater a homofobia nas escolas públicas promete longa polêmica. Um convênio firmado entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos) produziu kit de material educativo composto de vídeos, boletins e cartilhas com abordagem do universo de adolescentes homossexuais que será distribuída para 6 mil escolas da rede pública em todo o país do programa Mais Educação.

Parte do que se pretende apresentar nas escolas foi exibida ontem em audiência na Comissão de Legislação Participativa, na Câmara. No vídeo intitulado Encontrando Bianca, um adolescente de aproximadamente 15 anos se apresenta como José Ricardo, nome dado pelo pai, que era fã de futebol. O garoto do filme, no entanto, aparece caracterizado como uma menina, como um exemplo de um travesti jovem. Em seu relato, o garoto conta que gosta de ser chamado de Bianca, pois é nome de sua atriz preferida e reclama que os professores insistem em chamá-lo de José Ricardo na hora da chamada.

O jovem travesti do filme aponta um dilema no momento de escolher o banheiro feminino em vez do masculino e simula flerte com um colega do sexo masculino ao dizer que superou o bullying causado pelo comportamento homofóbico na escola. Na versão feminina da peça audiovisual, o material educativo anti-homofobia mostra duas meninas namorando. O secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do MEC, André Lázaro, afirma que o ministério teve dificuldades para decidir sobre manter ou tirar o beijo gay do filme. “Nós ficamos três meses discutindo um beijo lésbico na boca, até onde entrava a língua. Acabamos cortando o beijo”, afirmou o secretário durante a audiência.

O material produzido ainda não foi replicado pelo MEC. A licitação para produzir kit para as 6 mil escolas pode ocorrer ainda este ano, mas a previsão de as peças serem distribuídas em 2010 foi interrompida pelo calor do debate presidencial. A proposta, considerada inovadora, de levar às escolas públicas um recorte do universo homossexual jovem para iniciar dentro da rede de ensino debate sobre a homofobia esbarrou no discurso conservador dos dois principais candidatos à Presidência.

O secretário do MEC reconheceu a dificuldade de convencer as escolas a discutirem o tema e afirmou que o material é apenas complementar. “A gente já conseguiu impedir a discriminação em material didático, não conseguimos ainda que o material tivesse informações sobre o assunto. Tem um grau de tensão. Seria ilusório dizer que o MEC vai aceitar tudo. Não adianta produzir um material que é avançado para nós e a escola guardar.”

Apesar de a abordagem sobre o adolescente homossexual estar longe de ser consenso, o combate à homofobia é uma bandeira que o ministério e as secretarias estaduais de educação tentam encampar. Pesquisa realizada pelas ONGs Reprolatina e Pathfinder percorreram escolas de 11 capitais brasileiras para identificar o comportamento de alunos, professores e gestores em relação a jovens homossexuais. Escolas de Manaus, de Porto Velho, de Goiânia, de Cuiabá, do Rio, de São Paulo, de Natal, de Curitiba, de Porto Alegre, de Belo Horizonte e de Recife receberam os pesquisadores que fizeram 1.406 entrevistas.

O estudo mostrou quadro de tristeza, depressão, baixo rendimento escolar, evasão e suicídio entre os alunos gays, da 6ª à 9ª séries, vítimas de preconceito. “A pesquisa indica que, em diferente níveis, a homofobia é uma realidade entendida como normal. A menina negra é apontada como a representação mais vulnerável, mas nenhuma menina negra apanha do pai porque é pobre e negra”, compara Carlos Laudari, diretor da Pathfinder do Brasil.

Fonte: Correio Braziliense / Gospel+
Via: Galileo

ABSURDO! Página é criada para denegrir e humilhar o Cristianismo: “Jesus devia ter apanhado mais!”


Alegando livre manifestação de pensamento, uma nova comunidade criada no maior site de relacionamento brasileiro, denigre e escarnece do líder do cristianismo. Em sua descrição, o criador da comunidade tacha Jesus Cristo de ‘homem frouxo’, e dispara: ‘Ele veio para pagar os nossos pecados e não apanhou nem 5 minutos!’.

“Novamente a liberdade de expressão foi violada, mas voltamos ainda mais fortes”, escreve o criador da comunidade, alegando que está sendo cerceado o direito de expressão.

Com mais de 34 mil participantes, a comunidade tem como relacionadas outras comunidades de mesmo cunho: Malhe Jesus, não Judas – O Cristianismo fracassou.

Para ‘apimentar’ ainda mais a polêmica, fóruns de discussão com os temas: Qual foi o tipo do beijo que Jesus deu em Judas? – Ser cristão implica desprezar a família – Cadê os católicos agora?, foram criados.

A descrição da comunidade se encerra com o criador escrevendo, “Mais de 11 meses e nenhum castigo divino! Ele deve ter ficado com medo de mim!”, zomba, se referindo a Cristo.

Fonte: Alagoas24Horas / Gospel+
Via: Guia-me